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Na última sexta-feira (24) aconteceu a segunda rodada de negociação entre o SEEF e o SECOVI, sindicato patronal da habitação que representa as empresas de comércio e serviços imobiliários, shopping centers e condomínios.

Infelizmente, não houve avanços na negociação "A proposta apresentada pelo sindicato patronal ficou muito longe das nossas expectativas", afirmou o presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa, que acompanhou a negociação.

Uma nova rodada de negociação será marcada para chegar a um índice razoável de reajuste para os trabalhadores.
A negociação também foi acompanhada pelo diretor sindical do DIEESE e da Fecesc, Ivo Castanheira.

Milhares de trabalhadores e trabalhadoras, oriundos de todos os cantos do país, se reuniram nesta quarta-feira (22), em Brasília, para uma marcha e plenária, em defesa da pauta da classe trabalhadora, que tem entre suas reivindicações a reconstrução do estado do Rio Grande do Sul, a revogação do Ensino Médio, o trabalho decente, menos juros e a correção da tabela do imposto de renda, entre outras. Veja abaixo quais são.

A concentração pela manhã foi no estacionamento da Torre da TV e a antiga Funarte. Depois de uma plenária e de discursos de representantes do governo federal e entidades sindicais para o público presente, os trabalhadores saíram em marcha e se manifestarem em frente ao Congresso Nacional.

GILBERTO SOARES (GIBA)Gilberto Soares (Giba)

A CUT foi uma das entidades sindicais responsáveis pelo evento e seu presidente Sérgio Nobre, destacou que a marcha foi definida no último Congresso da entidade, em outubro do ano passado. Nobre elogiou a unidade da classe trabalhadora, a qual considera fundamental para que a pautas e reivindicações sejam atendidas, diante de um Congresso Nacional formado em sua maioria por conservadores e empresários.

Nós sabíamos desse importante período, e a gente dá uma demonstração de unidade, de força, em relação à nossa pauta da classe trabalhadora. Sabemos que o Congresso não é nada fácil, temos minoria e as nossas pautas só vão ter sucesso com muita mobilização e muita luta. Trabalho institucional é fundamental, mas povo na rua é determinante também. Dia 22, hoje é um dia histórico, porque muita gente aqui em Brasília atendeu ao nosso chamado, em defesa da pauta da classe trabalhadora
- Sergio Nobre

“A marcha que nós fizemos aqui é muito vitoriosa. Eu sei da dificuldade de cada um para estar aqui, nós não temos financiamento, as centrais sindicais, desde 2017. Eles achavam que com isso iam impedir a gente de lutar pelos direitos da classe trabalhadora. Eles estão muito enganados e essa marcha é a prova. Mesmo sem recursos o povo se organizou veio do Brasil inteiro para Brasília, atendendo o nosso chamado porque sabe o quanto é importante a nossa marcha”, declarou.

GILBERTO SOARES (GIBA)Gilberto Soares (Giba)

Mobilização permanente e reunião com Lira

O presidente da CUT também destacou que haverá uma mobilização permanente dos trabalhadores em Brasília, para pressionar o Congresso Nacional, a fim de evitar mais retrocessos dos direitos e da organização sindical.

Nobre disse ainda que haverá uma reunião com a CUT e as demais centrais, a partir das 17 horas com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PL-AL), e o fato da manifestação ter reunido milhares de pessoas será um ponto a ser destacado no encontro.

“Quero dizer aos companheiros e companheiros que o Arthur Lira vai receber a gente, e vamos chegar lá com muita moral. Porque vamos falar pro Lira você viu quantas pessoas a gente colocou na rua”. Respeita a classe trabalhadora. E vamos dizer para ele o seguinte, nós vamos estar aqui de maneira permanente. Esse é um compromisso que a gente tem que ter aqui entre nós”, contou.

“Toda semana o bolsonarista Rogério Marinho [senador do PL-RN], quer aprovar um projeto desmontando o modelo sindical e impedindo que os sindicatos tenham financiamento, e por isso a gente tem que estar aqui, toda semana organizado. Nós vamos cobrar dentro do Congresso Nacional e defender permanentemente os nossos direitos”, complementou.

Nobre destacou ainda que é preciso enfrentar a direita dentro do Congresso Nacional e para isso, é preciso atualizar o nosso modelo sindical e recuperar o financiamento. "Nós vamos ter projetos importantíssimos lá, a convenção 151, os direitos dos trabalhadores por aplicativos, que por vezes ficam sozinhos aqui enfrentando a direita dentro do Congresso Nacional, e o modelo sindical, que nós precisamos atualizar, recuperar o financiamento sindical não para fazer burocracia, é para fazer a luta. Vamos precisar de muita gente permanentemente na rua e aqui em Brasília, nesse período nos próximos três meses”, concluiu.

GILBERTO SOARES (GIBA)Gilberto Soares (Giba)
Trabalhadores durante a plenária

Plenária e defesa da pauta da classe trabalhadora

Durante o ato houve uma plenária em que os sindicalistas e os trabalhadores conversaram com representantes do governo federal. No evento, a vice-presidenta da CUT Nacional, Juvandia Moreira, ressaltou a plenária unitária da classe trabalhadora das centrais sindicais.

“Nós tivemos trabalhadoras e trabalhadores do campo, da cidade, que lutam pela reconstrução do estado do Rio Grande do Sul, estamos também apresentando as principais bandeiras da classe trabalhadora como o direito à organização sindical forte, a defesa da democracia. Então, nossa pauta hoje foi atualizada e nós vamos agora para o Congresso e também vamos dialogar com os ministérios, para que elas [reivindicações] se transformem em política concreta”, disse Juvandia.

A dirigente destacou ainda as eleições municipais deste ano que, segundo ela, é importante que os candidatos e as candidatas da classe trabalhadora sejam eleitos.

GILBERTO SOARES (GIBA)Gilberto Soares (Giba)

Ainda sobre a plenária, o secretário-geral da CUT Nacional, Renato Zulato, disse que foi entregue a pauta da classe trabalhadora ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

“O ministro se comprometeu a continuar o diálogo junto com o governo federal. Aliás, todos os ministros que falaram na plenária, tiveram compreensão da necessidade que faz essa mobilização das centrais sindicais e dos trabalhadores para fortalecer o governo e para que os direitos trabalhadores sejam atendidos”, contou Zulato.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo disse que a manifestação era importante porque cada cidadão e cidadão desse país têm o direito de acesso às políticas públicas e à educação pública. A categoria reivindica a revogação do Novo Ensino Médio.

“Essa manifestação continua em cada município do nosso país para continuarmos lutando e defendendo os serviços públicos, a educação pública, os direitos da classe trabalhadora. Estamos continuando a luta até a vitória de nossas conquistas”, declarou Araújo.

GILBERTO SOARES (GIBA)Gilberto Soares (Giba)

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Aristides Santos, reforçou o apoio da categoria aos servidores públicos. Segundo ele, sem serviços públicos não há atendimento no campo, nem na cidade.

“Nós estamos aqui também defendo o Grito da Terra Brasil, onde apresentamos uma pauta para o governo, para enfrentar os danos ambientais e ter juros mais baratos para que a gente possa produzir alimentos saudáveis e somos nós, quem alimenta a maioria da população brasileira”, afirmou. A Contag realizou nos dois últimos dias, o 14º Grito da Terra Brasil em que reuniu 10 mil agricultores familiares.

O secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, professor e servidor público municipal, Ariovaldo de Camargo disse que o ato foi uma forma de chamar a atenção da sociedade e do governo, para as pautas que precisam sair do papel e se tornarem realidade.

Uma delas é a convenção nº 151, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que assegura aos trabalhadores e trabalhadoras do serviço público das esferas municipal, estadual e federal do Brasil, o direito à liberdade sindical e à negociação coletiva. O governo brasileiro assinou a convenção em 2010, mas ainda não houve a regulamentação necessária para que a regra seja posta em prática.

O dirigente ainda defendeu ainda a reconstrução do Rio Grande do Sul, a transição justa., que é uma proposta sindical para que os trabalhadores não sejam os mais afetados pela necessária construção de uma economia de baixo carbono.

“É preciso que possamos [servidores] sentar à mesa de negociação, negociar uma proposta para que não aconteça uma guerra entre os governos e sindicado. Portanto, é obrigatório que haja dentro da legislação essa convenção. Sobre o meio ambiente, não basta apenas sermos solidários, é preciso ampliar o mecanismo que impeça o aquecimento global e, por isso defendemos a transição justa, para que a gente possa fazer o meio ambiente, não um meio, mas um todo e, que possamos ter um ambiente propício do ponto de vista climático, da geração de trabalho e do trabalho decente”, finalizou Ariovaldo de Camargo.

Agenda Jurídica

Durante a Plenária da Classe Trabalhadora, foi lançada a "Agenda Jurídica das Centrais Sindicais no STF - 2024". O material é dividido por tema e destaca os principais processos que podem impactar a vida dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras.

Acesse a Agenda por meio deste link.

Pauta de reivindicações

  • Pela reconstrução do estado do Rio Grande do Sul e por medidas de proteção e amparo a seus trabalhadores e trabalhadoras;
  • Educação: Revogação do Novo Ensino Médio;
  • Valorização do Serviço Público: Contra a PEC 32/Reforma Administrativa;
  • Em defesa da Convenção 151/defesa da negociação coletiva;
  • Trabalho decente: redução da jornada de trabalho e empregos decentes;
  • Salário igual para trabalho igual - Em defesa da lei de igualdade salarial entre homens e mulheres;
  • Reforma agrária e alimento no prato!
  • Menos impostos para trabalhadores: juros baixos e correção da tabela de imposto de renda;
  • Valorização do salário mínimo e das aposentadorias;
  • Transição justa e ecológica em defesa da vida;
  • Em defesa do PLC 12/24, por Direitos dos Motoristas por Aplicativos.
O presidente do SEEF e Secretário Geral da CUT-SC, Rogério Manoel Côrrea, participou nessa terça-feira (21) da segunda reunião ordinária do Conselho Nacional das Ouvidorias de Defensorias Públicas, que aconteceu na ALESC e reuniu especialistas, ativistas e defensores dos direitos humanos do Estado e do país.

Com a temática “Direitos Humanos e Movimentos Sociais: A atuação das Defensorias Públicas e das Ouvidorias Externas no fortalecimento da democracia participativa”, o encontro contou com painéis, rodas de conversas e oficinas práticas que abordaram temas essenciais para a atuação das defensorias e ouvidorias.
O Conselho Nacional das Ouvidorias se reúne bimestralmente em cada Estado do país, onde as ouvidorias das Defensorias Públicas estão instaladas.

 Atuação da CUT-SC

A CUT-SC foi protagonista na luta pela implantação da Defensoria Pública no estado, fazendo parte do movimento que entregou primeiro projeto de lei de iniciativa popular que propôs a implantação da Defensoria Pública no estado. Após muita luta, a Defensoria por implantada em SC, através da aprovação da Emenda Constitucional estadual nº 62/2012.

A central também foi grande defensora da implantação da Ouvidoria Externa no estado e em 2022 se envolveu ativamente na primeira eleição na primeira eleição para a Ouvidoria Geral Externa da Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina.

Além disso, em 2023, o Secretário Geral da CUT-SC, Rogério Manoel Correa, participou do Curso de Formação de Defensoras e Defensores Populares da Defensoria Pública de Santa Catarina (DPESC), em Florianópolis.
O Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios de Florianópolis (SEEF), filiado à Fecesc e à CUT, está investindo num bonito processo de formação de toda a sua direção. No último sábado, 18, foi realizado o terceiro encontro formativo, dessa vez com o conteúdo do módulo 1 do Programa Alicerce da CUT, uma formação de base. O encontrou abordou sobre a formação da sociedade brasileira e a história do sindicalismo.

Graziele Justino, dirigente do Sintram-SJ, e Rosana Miochiro, educadora da Escola de Turismo e Hotelaria da CUT, que fazem parte da Rede de Formação da CUT-SC, conduziram o encontro. A Educadora Salete da Escola Sindical Sul também acompanhou a atividade.

Para Adriana Maria, Secretária Estadual de Formação da CUT, o movimento sindical está retomando com força a formação sindical “É importante estarmos atualizados quanto às novas formas de exploração do Capital sobre a Classe Trabalhadora. A formação da CUT-SC está cada dia mais organizada, numa pegada legal de produção de conteúdos e cada vez mais fortalecendo a rede com formadores altamente capacitados”.

Para Rogério Manoel Côrrea, presidente do SEEF, a formação é essencial na atuação do sindicato “É por meio da formação que entendemos nosso papel enquanto dirigente sindical, as origens da exploração dos trabalhadores e como enfrentar o capitalismo”.
Um carrinho cheio de livros foi arrecadado pelo SEEF para a campanha "Mais livros, menos armas", que tem como objetivo alertar para o crescimento de discursos de ódio e da cultura armamentista em Santa Catarina e defender a valorização da educação e dos professores. Os livros foram arrecadados na Cachoeira do Bom Jesus,

A campanha, apoiada pelo SEEF, pela FECESC, pelo Instituto Movimento HumanizaSC (Instituto Humaniza SC ) e por dezenas de outras entidades, está organizando bancas de distribuição gratuita de livros pelo estado. Uma banca aconteceu nessa segunda-feira (20), no Centro de Florianópolis.

Este 17 de maio, Dia Internacional de Luta Contra a LGBTfobia, joga luz aos desafios da população LGBTQIA+ no mercado de trabalho no Brasil. Além da falta de oportunidades para travestis e transexuais, que são as que mais morrem e sofrem violência em decorrência da sua identidade de gênero, há uma parcela dessa população muito pequena nos postos de trabalho.

Segundo dados levantados pelo Fórum de Empresas e Direitos LGBTQIA+, em 51 empresas, 61% delas disseram empregar pessoas transexuais - outras 16% responderam que têm líderes trans. No entanto, na maioria dessas empresas, trabalhadores e trabalhadoras transexuais não chega a 1% do quadro de funcionários.

“Sabemos que a comunidade trans, tanto masculina como feminina, pessoas lésbicas, gays mais afeminadas, pessoas negras LGBT, são as que mais sofrem na hora de procurar um emprego”, conta o secretário nacional de LGBTQIA+ da CUT Nacional, Walmir Siqueira, o Wal, que lembra ainda que a Central aprovou, no seu último Congresso, em outubro do ano passado, uma política de atrair para dentro das discussões sindicais pessoas que não estão sindicalizadas, não estão no mercado formal de trabalho.

Para o dirigente, essa foi uma medida acertada da Central que pode ajudar a enfrentar esse problema. “Não foi direcionada à comunidade LGBTQIA+, foi para o trabalhador e a trabalhadora como um todo, na pauta do trabalho decente, mas que atingiu em cheio a nossa preocupação, que é o mercado de trabalho para pessoas da comunidade LGBTQIA+”.

De acordo com levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), 90% da população transexual e travesti têm a prostituição como fonte de renda e alternativa de sobrevivência.

Parceria CUT e OIT para LGBTs

Recentemente, a CUT firmou uma parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) para articular recursos para a continuidade do projeto Pride, que tem como objetivo trabalhar na formação da comunidade LGBTQIA+ com foco no mercado de trabalho, principalmente na população trans.

Leia mais: https://www.cut.org.br/noticias/cut-amplia-parcerias-com-governo-dos-estados-unidos-para-politicas-lgbtqia-b4fa

Estima-se que 15,5 milhões de brasileiros e brasileiras pertençam a essa comunidade, o equivalente a 7% da população, de acordo com pesquisa Datafolha. Só que essa parcela ainda ocupa um número muito pequeno dos postos de trabalho.

Violência aumenta

número de registros por homofobia e transfobia cresceu mais de 15 vezes entre 2015 e 2022 na cidade de São Paulo, segundo levantamento feito pelo Instituto Polis.

Em 2022, foram 960 registros, um aumento de 1.424%. Ainda de acordo com o instituto, a aparente queda em 2023 (435 casos registrados), não pode ser confirmada como uma redução das ocorrências, visto que os dados mais recentes demoram para ser consolidados;

Nos últimos nove anos, foram 3.868 vítimas. A pesquisa também analisou as notificações de violência LGBTfóbica nas unidades de saúde da capital paulista, entre 2015 e 2023, houve aumento de 10,8 vezes (981%).

A estimativa média de vida de pessoas trans no Brasil é de 35 anos, segundo a Antra.

“Os direitos das pessoas LGBTQIA+ foram conquistados com muita luta e por isso, nós da CUT, seguimos sem perder o nosso foco na luta por uma sociedade mais justa, livre e mais inclusiva”, pontua Walmir.

A data

A data 17 de maio foi escolhida em alusão a uma decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) que, em 1990, excluiu a homossexualidade da classificação internacional de doenças.

No Brasil, através da luta, o movimento LGBTQIA+, em 1985 – cinco anos antes da decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS), já havia decidido que a homossexualidade não seria mais considerada uma doença pelo então Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps).

Na contramão de vários países do mundo, o Peru, nesta semana, classificou a transexualidade como doença e grupos LGBTs prometem fazer protestos pelo país. Mas a decisão do país vizinho não se sustenta e vai contra a declaração da OMS.

Fonte: Portal CUT Brasil | Escrito por: Walber Pinto | Editado por: Rosely Rocha

O Instituto Movimento HumanizaSC (IMSC), junto com o SEEF, a FECESC, a CUT-SC e dezenas de outras entidades estão coletando assinaturas para o manifesto "Pela educação e pela paz", que faz parte da campanha "Mais Livros e Menos Armas". O manifesto será assinado por pessoas físicas e entidades que estão comprometidas na defesa de uma sociedade sem ódio, sem violência, sem discriminação, construída sobre as bases da democracia, da justiça social e do bem viver.

Além de ser assinado de forma presencial, as pessoas e entidades também poderão aderir ao documento de forma virtual, através do formulário disponível no link https://bit.ly/3UCoq49. Ao final da campanha, o Manifesto será entregue às autoridades federais, estaduais e municipais.

Confira o manifesto na íntegra: 
MAIS LIVROS, MENOS ARMAS
MANIFESTO PELA EDUCAÇÃO E PELA PAZ
O Brasil tem vivenciado, nos últimos tempos, um crescimento notável de discursos de ódio, de violências e de práticas discriminatórias que se somam ao recrudescimento da cultura armamentista. Esse cenário se manifesta, em Santa Catarina, com especial intensidade, inspirando preocupação e minando a imagem do Estado próspero, diverso e acolhedor que todas e todos almejamos. 


No mesmo momento em que as redes estadual e federal de educação estão mobilizadas, reivindicando atualização salarial e melhores condições de trabalho, vimos dois municípios descartarem e censurarem livros, em atitudes que remontam aos regimes nazifascistas dos anos 30 na Europa. Vimos, também, um encontro entre autoridades catarinenses e representantes da classe política sendo realizado em um clube de tiro, em meio a um arsenal de armas, alvos, munições e com ampla cobertura da imprensa. Não por coincidência, nesse mesmo período a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou Projeto de Lei apresentado por uma deputada catarinense que permite que a regulamentação da venda e posse de armas seja feita pelos Estados.  

Em todo o país, professoras e professores vêm sendo perseguidos, ameaçados, silenciados, tolhidos do exercício da liberdade de cátedra por agentes públicos que promovem engajamento atacando escolas, docentes e qualquer iniciativa comprometida com o pensamento crítico, a defesa dos direitos humanos e com uma educação emancipadora. 

Qual é o futuro que desejamos construir? 

Em uma sociedade justa, equânime e desenvolvida, o acesso à literatura, às artes e à educação deveria ser sempre prioridade, em detrimento de qualquer dispositivo propagador de violências, ódio e de guerras. Acreditamos que a coexistência pacífica de opiniões, visões de mundo e perspectivas ideológicas diversas está no cerne de qualquer democracia e não coaduna, de maneira alguma, com apologia às armas, com discursos de ódio, perseguições políticas e ataques à educação, à liberdade de cátedra e à diversidade racial e cultural.

Por tudo isso, bradamos: mais livros, menos armas! Em defesa da Educação como caminho para a emancipação social. Em defesa das escolas e pela valorização de professoras, professores e demais trabalhadores/as da educação como importantes agentes de transformação. Em defesa da literatura e das artes como direito fundamental de todas e de todos. Em defesa de uma sociedade sem ódio, sem violência, sem discriminação, construída sobre as bases da democracia, da justiça social e do bem viver.     

Apoiam essa Campanha:

Instituto Movimento HumanizaSC (IMHSC)

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CEDIM
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UFFS
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SBPC/SC
ACLA
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CNTE
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APRUDESC
SINPRONORTE
SINASEFE IFSC
SINASEFEs IFC
FETRAM
SINTRAFESC
SINTRAM SJ
SINTRASEB
SINSPURS
SINTESPE
UNE
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DCE Unisul
DCE Uniasselvi
CUT
FECESC
MST
FETRAF
FETRAFI
SINAIT/SC
SINERGIA
SINDICATO DOS JORNALISTAS
SINTECT
SINTRAJUSC
MARCHA MUNDIAL MULHERES

Com o objetivo de alertar para o crescimento de discursos de ódio e da cultura armamentista em Santa Catarina e defender a valorização da educação e dos professores, o Instituto Movimento HumanizaSC (IMSC), o SEEF, a UFSC, a UFFS, o IFSC, o IFC e dezenas de entidades lançam nesta sexta-feira, 10 de maio, a campanha “Mais livros, menos armas”.

Para marcar o início da campanha estadual, um ato acontecerá em Florianópolis, às 11h, na Esquina Democrática, com a participação de representantes das entidades apoiadoras, banca com distribuição de livros para a população e coleta de assinaturas do Manifesto “Pela Educação e pela Paz”. Atos semelhantes acontecerão ao longo do mês de maio por todo o Estado. Para fortalecer a campanha, o SEEF doará alguns livros para serem distribuídos para a população durante o ato de lançamento. 

"Nosso sindicato sempre levantou a bandeira da defesa da educação e da paz. Sabemos que armar a população não resolverá nenhum problema, pelo contrário, aumenta a violência e coloca em risco a vida das pessoas", reforça o presidente do SEEF, Rogério Manoel Côrrea.


O manifesto será assinado por pessoas físicas e entidades que estão comprometidas na defesa de uma sociedade sem ódio, sem violência, sem discriminação, construída sobre as bases da democracia, da justiça social e do bem viver. Além de ser assinado de forma presencial, as pessoas e entidades também poderão aderir ao documento de forma virtual, através do formulário disponível no link https://bit.ly/3UCoq49. Ao final da campanha, o Manifesto será entregue às autoridades federais, estaduais e municipais.

Quinta, 09 Mai 2024 17:06

Feliz Dia das Mães!

Escrito por
Mãe: a estrela que ilumina nossos dias mais sombrios; os braços que nos acolhem quando mais precisamos; as vozes que nos confortam quando estamos aflitos.

Neste Dia das Mães, que o mundo inteiro reconheça e honre a sua grandiosidade.

Que cada momento seja permeado de amor, alegria e reconhecimento por
tudo o que você representa.

Diante dos estragos causados pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos dias, a CUT-SC se une à corrente de solidariedade e coloca a sede à disposição para ponto de coleta de arrecadação de mantimentos para as vítimas. 

Com o objetivo de auxiliar as milhares de pessoas afetadas pela tragédia, a campanha busca arrecadar doações de água mineral, alimentos não perecíveis, itens de higiene pessoal e produtos de limpeza. As doações podem ser entregues na sede da CUT-SC, localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 413, Centro, em Florianópolis, até a próxima segunda-feira, 13 de maio.

"A situação no Rio Grande do Sul é crítica. Muitas famílias perderam tudo com as chuvas e é nosso dever, como movimento sindical, nos mobilizarmos para ajudar aqueles que mais precisam neste momento difícil", destaca a presidenta da CUT-SC, Anna Julia Rodrigues. 

 

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Manual do trabalhador

Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.

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SEEF - Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra
Venda, Locação e Administração de Imóveis de Florianópolis/SC

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