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A vitória da democracia nas eleições de 2026 representa uma conquista importante para o povo brasileiro, mas também abre um novo período de desafios e disputas políticas. Com a extrema direita fortalecida no Congresso Nacional, a organização e a mobilização popular serão fundamentais para defender os direitos da classe trabalhadora e impedir retrocessos.

No artigo “Vitória da democracia brasileira!”, o secretário-geral da CUT-SC, Rogério Manoel Corrêa, analisa o significado do resultado eleitoral, os projetos de sociedade que estiveram em disputa e a importância de manter a participação popular para além das urnas. Para ele, a vitória precisa se transformar em força política permanente na defesa da democracia, da justiça social e dos direitos conquistados.

Leia o artigo abaixo: 

O dia 25 de outubro de 2026 já entrou para a história do Brasil e da geopolítica mundial. Nesta data, o povo brasileiro foi às urnas para definir o futuro do país e, em certa medida, os rumos do continente sul-americano, pelo menos nos próximos quatro anos.

Em mais uma disputa eleitoral acirrada, estiveram frente a frente dois projetos políticos profundamente distintos. De um lado, a continuidade de um projeto comprometido com a defesa da democracia, a inclusão social, os investimentos em educação, o desenvolvimento industrial e ambiental, o fortalecimento das relações internacionais e a construção de um futuro mais próspero e justo para a população.

Do outro, um projeto de elitização da sociedade, precarização das condições de vida e de trabalho, desrespeito às minorias, especialmente às mulheres, à população pobre, aos povos indígenas e à população negra. Um projeto que alimenta o preconceito, estimula a intolerância e incentiva a violência física e moral entre as pessoas.

Depois de um primeiro turno igualmente acirrado, as urnas revelaram o fortalecimento da extrema direita no Congresso Nacional e uma vitória parcial do projeto negacionista, autoritário e de retirada de direitos. Porém, neste dia histórico, a maioria do povo brasileiro decidiu pela continuidade de um projeto de fortalecimento da democracia e da inclusão social.

Essa vitória também demonstra que é possível enfrentar e derrotar, nas urnas, o ódio de classe, o desprezo às minorias, a concentração de renda, a exploração da classe trabalhadora e tantas outras formas de injustiça e violência que ainda marcam a sociedade brasileira.

Que esse exemplo possa inspirar os povos dos demais países da América do Sul e que o mundo aprenda a respeitar a história de luta, a soberania e a democracia brasileira. Uma luta democrática, sem armas, sem violência e sem intimidações, demonstrando que o debate político, sustentado em propostas e compromissos verdadeiros com a população, pode transformar a sociedade e abrir caminhos para um mundo mais justo.

A partir de janeiro de 2027, o Brasil entrará em um novo ciclo histórico, marcado por muitas batalhas políticas, especialmente no Congresso Nacional. E o mesmo povo que foi às ruas e às urnas precisará permanecer firme, organizado e mobilizado para defender as conquistas e enfrentar os desafios que virão.

Essa luta deverá continuar nas ruas, nas câmaras municipais, nas assembleias legislativas estaduais, nas organizações sociais, nos movimentos populares, nas entidades sindicais classistas e em todos os espaços de discussão e decisão política. Será fundamental acompanhar de perto a atuação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, onde estarão em disputa projetos que podem representar avanços ou retrocessos para a sociedade brasileira.

Só com organização, participação popular e mobilização permanente será possível garantir a democracia e defender os direitos constitucionais, trabalhistas, previdenciários e sociais assegurados pela Constituição Federal.

Não podemos desperdiçar a demonstração de força social construída ao longo do processo eleitoral deste ano. Não basta eleger o presidente da República com tanta convicção e mobilização popular para depois deixá-lo sozinho nas disputas políticas que virão.

 O projeto derrotado nas urnas não desaparecerá com o resultado da eleição. As forças da extrema direita continuarão atuando para recuperar o poder e poderão recorrer, mais uma vez, a tentativas de desacreditar o processo eleitoral e colocar em dúvida a legitimidade das urnas, mesmo sabendo que seus próprios representantes foram eleitos pelo mesmo sistema eleitoral que atacam.

Também tentarão utilizar a força conquistada no Congresso Nacional para impedir ou inviabilizar avanços sociais, econômicos, trabalhistas e ambientais. A defesa dos interesses das elites econômicas, a concentração de renda, a precarização do trabalho e o enfraquecimento das políticas públicas continuarão no centro dessa disputa entre projetos de sociedade.

Por isso, a vitória eleitoral precisa se transformar em força política e social permanente. A mobilização nas ruas, a organização da classe trabalhadora e a vigilância constante contra ameaças golpistas serão fundamentais para impedir retrocessos e assegurar o respeito à Constituição e às instituições democráticas.

É necessário garantir que os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário exerçam suas atribuições constitucionais, com independência, responsabilidade e respeito à soberania popular. Nenhum interesse político ou econômico pode estar acima da vontade democrática do povo brasileiro e dos direitos assegurados pela Constituição.

A eleição de 2026 deixou uma demonstração da força da participação popular, mas também evidenciou que a disputa entre democracia e autoritarismo, entre inclusão social e concentração de riquezas, entre valorização do trabalho e retirada de direitos continuará presente na vida política do país.

Quem saiu vencedor desse processo foi o povo brasileiro, a sociedade, a democracia, o bom senso, o respeito, a justiça social e a classe trabalhadora.

Que essa vitória não represente apenas o encerramento de uma eleição, mas o fortalecimento de uma luta permanente por um Brasil mais democrático, justo, soberano e comprometido com os direitos de seu povo.

Publicado em Notícias

A vitória da democracia nas eleições de 2026 representa uma conquista importante para o povo brasileiro, mas também abre um novo período de desafios e disputas políticas. Com a extrema direita fortalecida no Congresso Nacional, a organização e a mobilização popular serão fundamentais para defender os direitos da classe trabalhadora e impedir retrocessos.

No artigo “Vitória da democracia brasileira!”, o secretário-geral da CUT-SC e presidente do SEEF, Rogério Manoel Corrêa, analisa o significado do resultado eleitoral, os projetos de sociedade que estiveram em disputa e a importância de manter a participação popular para além das urnas. Para ele, a vitória precisa se transformar em força política permanente na defesa da democracia, da justiça social e dos direitos conquistados.

Leia o artigo abaixo: 

O dia 25 de outubro de 2026 já entrou para a história do Brasil e da geopolítica mundial. Nesta data, o povo brasileiro foi às urnas para definir o futuro do país e, em certa medida, os rumos do continente sul-americano, pelo menos nos próximos quatro anos.

Em mais uma disputa eleitoral acirrada, estiveram frente a frente dois projetos políticos profundamente distintos. De um lado, a continuidade de um projeto comprometido com a defesa da democracia, a inclusão social, os investimentos em educação, o desenvolvimento industrial e ambiental, o fortalecimento das relações internacionais e a construção de um futuro mais próspero e justo para a população.

Do outro, um projeto de elitização da sociedade, precarização das condições de vida e de trabalho, desrespeito às minorias, especialmente às mulheres, à população pobre, aos povos indígenas e à população negra. Um projeto que alimenta o preconceito, estimula a intolerância e incentiva a violência física e moral entre as pessoas.

Depois de um primeiro turno igualmente acirrado, as urnas revelaram o fortalecimento da extrema direita no Congresso Nacional e uma vitória parcial do projeto negacionista, autoritário e de retirada de direitos. Porém, neste dia histórico, a maioria do povo brasileiro decidiu pela continuidade de um projeto de fortalecimento da democracia e da inclusão social.

Essa vitória também demonstra que é possível enfrentar e derrotar, nas urnas, o ódio de classe, o desprezo às minorias, a concentração de renda, a exploração da classe trabalhadora e tantas outras formas de injustiça e violência que ainda marcam a sociedade brasileira.

Que esse exemplo possa inspirar os povos dos demais países da América do Sul e que o mundo aprenda a respeitar a história de luta, a soberania e a democracia brasileira. Uma luta democrática, sem armas, sem violência e sem intimidações, demonstrando que o debate político, sustentado em propostas e compromissos verdadeiros com a população, pode transformar a sociedade e abrir caminhos para um mundo mais justo.

A partir de janeiro de 2027, o Brasil entrará em um novo ciclo histórico, marcado por muitas batalhas políticas, especialmente no Congresso Nacional. E o mesmo povo que foi às ruas e às urnas precisará permanecer firme, organizado e mobilizado para defender as conquistas e enfrentar os desafios que virão.

Essa luta deverá continuar nas ruas, nas câmaras municipais, nas assembleias legislativas estaduais, nas organizações sociais, nos movimentos populares, nas entidades sindicais classistas e em todos os espaços de discussão e decisão política. Será fundamental acompanhar de perto a atuação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, onde estarão em disputa projetos que podem representar avanços ou retrocessos para a sociedade brasileira.

Só com organização, participação popular e mobilização permanente será possível garantir a democracia e defender os direitos constitucionais, trabalhistas, previdenciários e sociais assegurados pela Constituição Federal.

Não podemos desperdiçar a demonstração de força social construída ao longo do processo eleitoral deste ano. Não basta eleger o presidente da República com tanta convicção e mobilização popular para depois deixá-lo sozinho nas disputas políticas que virão.

 O projeto derrotado nas urnas não desaparecerá com o resultado da eleição. As forças da extrema direita continuarão atuando para recuperar o poder e poderão recorrer, mais uma vez, a tentativas de desacreditar o processo eleitoral e colocar em dúvida a legitimidade das urnas, mesmo sabendo que seus próprios representantes foram eleitos pelo mesmo sistema eleitoral que atacam.

Também tentarão utilizar a força conquistada no Congresso Nacional para impedir ou inviabilizar avanços sociais, econômicos, trabalhistas e ambientais. A defesa dos interesses das elites econômicas, a concentração de renda, a precarização do trabalho e o enfraquecimento das políticas públicas continuarão no centro dessa disputa entre projetos de sociedade.

Por isso, a vitória eleitoral precisa se transformar em força política e social permanente. A mobilização nas ruas, a organização da classe trabalhadora e a vigilância constante contra ameaças golpistas serão fundamentais para impedir retrocessos e assegurar o respeito à Constituição e às instituições democráticas.

É necessário garantir que os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário exerçam suas atribuições constitucionais, com independência, responsabilidade e respeito à soberania popular. Nenhum interesse político ou econômico pode estar acima da vontade democrática do povo brasileiro e dos direitos assegurados pela Constituição.

A eleição de 2026 deixou uma demonstração da força da participação popular, mas também evidenciou que a disputa entre democracia e autoritarismo, entre inclusão social e concentração de riquezas, entre valorização do trabalho e retirada de direitos continuará presente na vida política do país.

Quem saiu vencedor desse processo foi o povo brasileiro, a sociedade, a democracia, o bom senso, o respeito, a justiça social e a classe trabalhadora.

Que essa vitória não represente apenas o encerramento de uma eleição, mas o fortalecimento de uma luta permanente por um Brasil mais democrático, justo, soberano e comprometido com os direitos de seu povo.

Publicado em Artigos SEEF

As centrais sindicais divulgaram nota repudiando o comportamento do presidente Jair Bolsonaro (PL), que se reuniu com embaixadores de vários países na segunda-feira (18) para, como ele disse, fazer uma "apresentação técnica" sobre o sistema eletrônico de votação do país, mas o que fez, de fato, foi mentir sobre e segurança das urnas eletrônicas e atacar os ministros do Superiorir Tribunal Federal (STF).

Para as centrais, Bolsonaro protagonizou um "espetáculo patético e perigoso".

"Conclamamos a sociedade civil organizada, os movimentos sociais, a juventude, o empresariado e todas as forças políticas a cerrar fileira numa ampla campanha em defesa da democracia que garanta a realização de eleições livres e em clima de tranquilidade nos dias 2 e 30 de outubro próximo", conclui a nota.

Confira a íntegra da nota das centrais: 

O ovo da serpente

O espetáculo patético e perigoso patrocinado por Jair Bolsonaro, ao reunir embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada para atacar, com mentiras e fantasias, o Supremo Tribunal Federal, o Tribunal Superior Eleitoral, as urnas eletrônicas e todo o sistema eleitoral e a democracia brasileira, angariou amplo repúdio de vastos setores do povo, das mais importantes organizações da sociedade civil do país e até da comunidade internacional.

Frente à crescente rejeição ao seu governo, que se notabilizou pela disseminação da fome, da carestia, do desemprego elevado, pela volta da inflação e dos juros elevados, pela corrupção e pelo descalabro administrativo, a possibilidade de reeleição de Bolsonaro parece cada vez mais longe.

Assim como o Ovo da Serpente é metáfora da ascensão do nazismo, a reação de Bolsonaro, neste contexto, confirma seu perfil autoritário, violento e inconsequente. Agora ele investe em tumultuar o processo eleitoral espelhando-se em seu ídolo, Donald Trump, que patrocinou a invasão do Capitólio dos Estados Unidos, em 6 de janeiro de 2021, por não aceitar a derrota nas eleições de 2020.

Os trabalhadores e trabalhadoras, representados pelas centrais sindicais que assinam a presente nota, compartilham a indignação e o repúdio às atitudes desmedidas, provocativas, golpistas e antidemocráticas do presidente Bolsonaro.

Conclamamos a sociedade civil organizada, os movimentos sociais, a juventude, o empresariado e todas as forças políticas a cerrar fileira numa ampla campanha em defesa da democracia que garanta a realização de eleições livres e em clima de tranquilidade nos dias 2 e 30 de outubro próximo.

São Paulo, 20 de julho de 2022

Sergio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)

Miguel Torres, Presidente da Força Sindical

Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)

Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Oswaldo Augusto de Barros, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)

Alvaro Egea, Secretário Geral da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros

Publicado em Notícias

Contra a carestia, a fome, a miséria, o desemprego e em defesa da democracia nove centrais sindicais decidem convocar mobilizações até o final do ano.

Em nota divulgada após reunião realizada nesta terça (17), os presidentes das centrais afirmam que o governo “não tem capacidade ou interesse em debelar as causas da crise”.

O documento também ressalta que, três anos e cinco meses após assumir a Presidência da República “o governo [de Jair Bolsonaro, do PL]não apresentou nenhuma política consistente de desenvolvimento e empregos.  Ao contrário, implementa gestão voltada ao receituário de privatizações, cortes orçamentários e aumento de juros".

Confira a íntegra da nota:

Contra a carestia e em defesa da democracia

Tendo em vista as carências da classe trabalhadora em meio a uma conjuntura marcada pela carestia, aumento da fome e da pobreza, aumento da inflação, redução da renda e alta taxa de desemprego, as Centrais Sindicais, após reunião realizada em São Paulo em 17 de maio de 2022, apontam que a luta contra a carestia e a defesa da democracia deverão nortear as ações do movimento sindical brasileiro ao longo deste ano.

Já está claro que o atual governo não tem capacidade ou interesse em debelar as causas da crise econômica e social. O governo até agora, depois de mais de três anos no poder, não apresentou nenhuma política consistente de desenvolvimento e geração de empregos. Ao contrário, implementa uma gestão voltada ao receituário de privatizações, cortes orçamentários e aumento da taxa de juros.

Como se não bastasse, não resolver a crise buscando caminhos que só a aprofundam, o governo ainda cria problemas de outra ordem, ameaçando, frequentemente, a estabilidade da democracia brasileira e o retorno do golpismo e da ditadura.

Conclamamos aos trabalhadores brasileiros reforçar a mobilização contra a fome, a miséria e em defesa da democracia:

  • reforçando a unidade das centrais sindicais como forma de intensificar a luta;
  • ampliando a resistência sobre as investidas aos direitos trabalhistas no legislativo e judiciário;
  • apoiando e processo eleitoral que acontecerá em outubro;
  • fortalecendo as campanhas salariais das diversas categorias como uma forma de luta unitária contra a carestia;
  • convocando atos nacionais, regionais e locais contra a carestia, a miséria, o desemprego e a defesa da democracia.

Esperamos com tais ações e mobilizações suscitar o debate entre a população acerca da necessidade de mudança da atual rota política e econômica que só beneficia os mais ricos e de apoiar um projeto de desenvolvimento econômico baseado na industrialização, geração de empregos de qualidade, valorização do salário mínimo e da renda do trabalhador, justiça social e soberania.

Está mais do que na hora de dar um basta! Por isso, convocamos todas as instituições democráticas a se unirem pela melhoria das condições da população, na defesa da democracia e contra o golpismo.

São Paulo, 17 de maio de 2022

Sérgio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Antonio Neto, Presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Oswaldo Augusto de Barros, Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores
Atnágoras Lopes, Secretário executivo nacional da Central Sindical CSP-Conlutas
Nilza Pereira, Secretário Geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
José Gozze, Presidente da Pública Central do Servidor

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Manual do trabalhador

Um instrumento dos trabalhadores na defesa dos seus direitos. Ele apresenta as principais garantias previstas na legislação e nas convenções e acordos coletivos de trabalho assinadas pelo Sindicato.

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SEEF - Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra
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